Aqui a ordem é ao contrário da apostila: primeiro você toca, depois descobre o nome do que tocou. São doze sequências, e cada uma carrega uma ideia.
O quadradinho gira em volta do tom. Quando a música precisa sair do lugar você sobe pra outro grau; quando precisa voltar, você desce. Escolha o tom aqui embaixo e tudo se refaz junto.
Cada uma vem escrita em graus, então serve em qualquer tom. Abra, clique no tom que quiser e anote as músicas que você reconhece nela.
Acervo é tudo que você salvou; a pasta é o rótulo de arrumarção — cada música em uma só, tipo gênero ou grupo. O repertório é outra coisa: lista ordenada pra tocar, e a mesma música pode estar em vários.
Cada dica já vem resolvida no tom que você escolher aqui embaixo. Troque o tom e leia de novo — é assim que a lógica gruda.
Duas mesas de consulta. A de cima é o ii–V7–I dos doze tons. A de baixo responde a pergunta que aparece toda hora: como eu chego naquele acorde? — e a resposta é sempre a mesma, o ii e o V7 dele.
A célula que fecha quase toda música. Decorar as doze linhas vale mais que decorar cem cifras.
Mesma engrenagem, uma diferença: quando o destino é menor, o ii vira meio diminuto — a quinta dele desce meio tom pra caber na escala. O V7 continua maior.
Escolha o tom. Cada linha diz o que tocar antes do acorde de destino — é a receita da subida, pronta.
Repare no padrão: quando o destino é maior, o ii dele é um menor com sétima. Quando o destino é menor, o ii vira meio diminuto. O V7 é sempre igual: cinco casas acima do destino.
Cada acorde nas formas que cabem no braço, da mais grave para a mais aguda.